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quarta-feira, 8 de junho de 2011

UNIRONDON também é Cultura!


O Centro Universitário Cândido Rondon (Unirondon) será palco da 1ª Virada Cultural que começa nesta quarta-feira (08) e vai até amanhã (09). O evento é promovido pelos acadêmicos do 3° semestre do curso de Turismo, com orientação da professora Ana Paula Bistaffa, da disciplina de Organização de Eventos e Cerimonial, e apoio dos professores Daniel Fernando Martins e da coordenadora do curso Rejane Pasquali.

O evento tem como foco a Cultura Cuiabana e pretende contribuir para a valorização da mesma pela comunidade. "Buscamos promover o contato de aspectos da cultura regional com o corpo universitário, através de mostras, palestras e apresentações culturais e de trabalhos acadêmicos", explica a professora Rejane.

Confira programação:

08 de Junho:
17h00 – Apresentação de trabalhos (Modalidade Oral)
19h00 – Abertura Oficial do Evento
19h30 – Palestras (“Roteirização Cultural” – Profa. M.a Leilla Borges Lacerda) e (“Educação, Memória e Museus: Um campo de Diálogo” – Profa. M.a Simone R. Nolasco)

09 de Junho:
19h00 – Dança de Salão
19h30 – Cururu e Siriri (Associação Folclórica São Gonçalo Beira Rio)
20h00 – Capoeira (Mestre Visk)
20h30 – Show Humorístico (Nico e Lau)
21h15 – Show Regional (Enio, Donizete e Toninho de Souza)
21h50 – Show Sertanejo (Montenegro e Boiadeiro)


Fonte: UNIRONDON
Autor: Marcella Bordini
Assessoria Unirondon

quarta-feira, 21 de julho de 2010

A INTELIGENTE FILHA DO CAMPONÊS‏

TEATRO INFANTIL
A INTELIGENTE FILHA DO CAMPONÊS
Adaptação de La Trup Maatma - texto original Irmãos Grimm

TEATRO DO SESC ARSENAL - 24 e 25 de JULHO/2010 - 17H
R$15,00 (inteira) - R$7,50 (meia) - R$5,00 (comerciário)

Num reino distante, uma bela e jovem camponesa inicia uma jornada desafiadora pelo seu sonho. Para isso terá que libertar seu pai da prisão, conquistar a confiança do Rei e o amor de sua vida.
Será ela mais uma oportunista de um frágil coração de Rei a espera de um grande amor? ...mais uma em busca de um trampolim para entrar nos contos de fadas e fazer parte do seleto grupo de princesas, rainhas e tentar ser amiga de Cinderela, Branca de Neve, Rapunzel? Será mais uma Feiurinha entre as histórias de contos de fadas? Ou é apenas intriga, invenção de um Conselheiro que não sabe brincar?
Desvendem esse mistério!
Faça seu fim de semana ter mais emoção e participe - Veja o Teatro! Pai, mãe, vô , vó, tio, tia, primo, prima, amigo, amiga, vizinho, vizinha, você, eles, nós, todos ao TEATRO. Veja o desfecho dessa linda, emocionante e inteligente história.

NÃO PERCAM!
24 e 25 de JULHO/2010 - 17H
TEATRO DO SESC ARSENAL

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Cultura

Mostra de Cinema NEgro começa nesta 2ª no Cineclube da UFMT 

Foto: DivulgaçãoMostra de Cinema Negro começa nesta 2ªno Cineclube da UFMT
Nesta segunda-feira (16) terá início no Cine Clube Coxiponés, na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a Mostra de Cinema Negro, que acontecerá até o fim da semana. A Mostra faz parte da Programação do Novembro Negro, e leva ao público, gratuitamente, curtas e longas metragens, sempre a partir das 18 horas, até o dia 19 de novembro.

Segundo informações da assessoria do evento, a abertura será feita pelos artistas Anselmo Parabá e Ogans do C.U.S.J.G. Ykaro Yury, Nicolah Correia e Helida Karine, às 19h, também com a presença do Grupo de Dança Ayoluwa. A primeira projeção acontece a partir das 19h40.

O primeiro filme exibido será "Narciso Rap", que tem a direção de Jéferson De e duração de 18 min. "Narciso Rap" narra a história de Narciso, um garoto negro de periferia que ganha uma lâmpada mágica e pede ao gênio para ser visto branco pelos brancos e negro pelos negros.

Outra obra exibida no primeiro dia será "Xadrez das cores", de Marco Schiavon. A história de Cida, uma mulher negra de 40 anos, é o tema do filme. Ela vai trabalhar para Maria, uma velha de 80 anos, viúva e sem filhos, que é extremamente racista. A relação entre as duas mulheres começa tumultuada, com Maria tripudiando em cima de Cida por ela ser negra. Cida atura a tudo em silêncio, por precisar do dinheiro, até que decide se vingar através de um jogo de xadrez.

A mostra também privilegia as produções locais. No último dia o público assistirá "A terra e o tempo: vozes do quilombo", de Sérgio Brito. A partir de suas memórias pessoais e coletivas, mulheres e homens das comunidades remanescentes do Complexo Quilombo Mata Cavalo, em Mato Grosso, falam sobre as origens do quilombo, a vida comunitária, do trabalho coletivo, das festas e, principalmente, sobre histórias da luta pela retomada, permanência e posse definitiva das terras que pertenceram aos ancestrais, mas, que ao longo do tempo, milhares de hectares foram 'adquiridos' por outras mãos.

Um documentário no qual a história é contada por aqueles que vivem e experimentam na pele, cotidianamente, a interminável tentativa de silenciamento e de exclusão perpetrados pela cultura dominante.

A Mostra de Cinema Negro é uma oportunidade para o grande público entrar em contato com um universo audiovisual envolvente e que por sua temática promove a conscientização. Escolas podem participar levando alunos e promovendo uma reflexão sobre a questão racial através do audiovisual. A Mostra é uma realização da Instituto Mandala, Coletivo de Hip Hop- Maloca, Terra do Sol Empreendimentos Culturais e Gaepac Pró-yby .Conta com o apoio da Universidade Federal de Mato Grosso através da Coordenação de Cultura e da Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso (SEC).

As informações são da assessoria.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Exposição "Frases e Reflexão"

"Esta exposição nos remete a uma meditação sobre o mundo atual com as suas contradições sociais que tanto afetam a humanidade", diz Sebastião Cunha (autor das obras).


Datas: 22/10 a 06/11 (segunda à sexta)
Horas: 8h às 18h
Local: Galeria de Artes da Secretaria Estadual de Cultura - Av. Presidente Getulio Vargas, 247, Centro. 

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

sábado, 24 de outubro de 2009

Ciclo Arsenal de Música:
MOLEQUE GONZAGUINHA, Com Praticutucá
A união da doçura e leveza das vozes do coro infantil com a poesia e melodia de Gonzaguinha é a nova divertida brincadeira do Praticutucá.

A união da doçura e leveza das vozes do coro infantil com a poesia e melodia de Gonzaguinha é a nova divertida brincadeira do Praticutucá. 

Pra ver quanto alto sapo pula... Rosto, rosa, luz, janela....Que ergue, cresce, se cria... Moleque vem cá moleque...MOLEQUE DE GONZAGUINHA - quatorze obras, trinta e quatro crianças expressando Amor, Sonhos, Brasil.
 
Regência: Rejane de Musis
Direção musical: Ebinho Cardoso
Direção cênica: Juliana Capilé e Tatiana Horevich

18 e 25/10 - 20h - Teatro Sesc Arsenal
Entrada: R$ 12,00 (inteira), R$ 6,00 (meia) R$ 5,00 (comerciário)

Cinema

Mostra: Alfred Hitchcock
19h CineSESC


quinta-feira, 22 de outubro de 2009



23/10
20h - Teatro Sesc Arsenal - Entrada Franca

MÃE CORAGEM E SEUS FILHOS
Direção: Thereza Helena – Atores Leitores: Frank Cesar Busatto, Ricardo Miguel Azevedo, Leila Sant'Ana, André Branco, Dani Maiby, Mazé Oliveira

"Mãe Coragem e seus filhos", considerada por muitos a obra prima de Brecht. Escrita no período do exílio, fala sobre a guerra religiosa na juventude é sacrificada nas frentes de batalhas, as cidades são saqueadas, os soldados não tem a rela compreensão do motivo que os faze matar. Mãe coragem, protagonista da trama vive rodando o país com sua carroça vendendo suprimentos para s sobreviventes da guerra, e faz dela sua única fonte de renda para o sustento dos três filhos, mas não quer que eles sirvam ao exército. A leitura desse texto nos abre inúmeras percepções. Analisamos a história e percebemos a impotência diante de um contexto estabelecido e a necessidade de criar novas realidades.

Viviane Lima
Primeira Diretora de Cultura da UNE

quarta-feira, 21 de outubro de 2009



UM HOMEM É UM HOMEM

20h - Teatro Sesc Arsenal - Entrada Franca
22/10

Direção: Vera  Lúcia – Atores Leitores: Genicleide F. Bastos, Vera Lúcia Santiago Coleta, Tuanny Godoi Piva, Sandra Regina P. Gomes, Nayara Santiago Coleta

Este texto é o primeiro exemplo de teatro didático e pedagógico na obra de Brecht. E para a demonstração de seu teorema, Brecht utiliza um recurso profundamente teatral, que voltaria a usar em muitas peças: a metamorfose em cena. A transformação de Galy Gay, que uma certa manhã sai de casa para comprar um peixe para o almoço, um estivador que não bebe e fuma pouco, de quem, segundo ele mesmo, pode-se dizer é um homem sem vícios (mas que na primeira fala já revela também que é um homem sem opinião), um homem incapaz de dizer "não" e que é em seguida metamorfoseado em soldado e finalmente chegará a negar a sua própria personalidade e identidade (nega ser quem é inclusive diante da própria mulher e chega a assistir ao enterro de si mesmo), para tornar-se um feroz e sanguinário soldado imperialista, é decupada em cenas curtas, espetáculo dentro do espetáculo (sobretudo a célebre e extraordinária sequência da venda do elefante que não existe).

Viviane Lima
Primeira Diretora de Cultura da UNE

domingo, 18 de outubro de 2009

Sesc Arsenal - Cuiabá
20h - Teatro - Entrada Franca


20/10
TAMBORES NA NOITE

Direção: Jonatas Rodrigues – Atores Leitores: Everton Britto, Jonatas Rodrigues, Leandro Britto, Patrícia Leite, Priscila de Paula, Wallace Bismark.

"Tambores é um perfeito exemplo da vontade humana. Fi-lo para ganhar dinheiro." A confissão é do jovem Bertolt Brecht – um mulherengo, anarquista, estudante de medicina, provocador, leitor de Rimbaud, e o que mais houver –, que assim revela o impulso que esteve na origem de sua segunda peça. Afrontando o sentimentalismo, os ideais políticos e as boas intenções filantrópicas, Tambores na Noite exibe – contra o pano de fundo da Revolução Espartaquista na Alemanha do início do século XX – o esplendor de um herói… disfuncional, ou humano, demasiado humano: Andreas Kragler, proletário que, no regresso da frente de combate e do cativeiro em África, hesita entre a rua e a casa, a bandeira e a cama, a revolução e a noiva. A leitura dramatizada de Tambores na Noite, pela Cia Crápula de Teatro, dá livre curso à força criativa da escrita do jovem Brecht, explorando os diferentes ritmos e os registros contraditórios de uma obra que subverte os modelos teatrais da época. Através das técnicas de radionovela a Cia dramatiza uma narrativa folhetinesca abusando de efeitos sonoros para o estimulo à imaginação.

Viviane Lima
Primeira Diretora de Cultura da UNE